Cézar Júnior ganha prêmio Ararajuba de Jornalismo Ambiental

           DSCF2010 A reportagem  do jornalista Cézar Júnior, publicada no site do IBRAPP, “Destruir o meio ambiente custa caro” recebeu premiação como uma das melhores publicadas na categoria webjornalismo no ano de 2013.

            Promovido pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão, o Prêmio Ararajuba de Jornalismo Ambiental tem por objetivo premiar e reconhecer jornalistas que contribuíram com notícias e reportagens para a difusão de temas como preservação e sustentabilidade.  Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, foram selecionadas cerca de 27 finalistas dentre as reportagens inscritas, e a reportagem “Destruir o meio ambiente custa caro” mereceu destaque porque, além de chamar a atenção para o fato de que não se deve destruir o meio ambiente, mostra o quanto isso custa caro aos cofres públicos.

            Durante a solenidade de entrega do prêmio no dia 12 de dezembro o projeto “Agentes do Verde”, executado pelo IBRAPP, também foi citado como exemplo de preservação por meio de uma educação ambiental.

            De acordo com Cézar Júnior, assessor de imprensa e comunicação do IBRAPP, o prêmio serve também como um incentivo para que a imprensa continue na difusão de exemplos a serem seguidos na preservação ambiental, além de denúncias. “Ter a reportagem “Destruir o meio ambiente custa caro” reconhecida pela SEMA como uma ferramenta  de compartilhamento de ideias que possa somar na preservação ambiental é de grande significância não apenas para mim enquanto jornalista, mas também para o IBRAPP porque uma de suas políticas públicas está justamente focada na educação ambiental”, afirma.

As origens da AIDS

    76962789168376c297265cb8e40a32e7 Desde a pandemia da AIDS nos anos 80 que muito se tem falado e discutido sobre como evitar, tratar e conviver com essa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida que já matou mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo e já contaminou cerca de 40 milhões, mas que só uma pequena parcela da população mundial realmente saber qual é a verdadeira origem dessa doença.

     Quando o vírus foi descoberto oficialmente no ano 1979, a comunidade científica alarmou-se diante da complexidade e pontecialidade do microrganismo ao parasitar as células CD4 do sistema imunológico humano e destruí-las. Mas qual a origem do vírus chamado HIV?

     De acordo coma comunidade científica mundial, o vírus teria se originado a partir de uma mutação do vírus SIV encontrado em algumas espécies de símios (chimpanzés e macacos verdes da África). O SIV então, em contato com as células do organismo humano teriam resultado no HIV. Ainda de acordo com a comunidade científica, essa contaminação poderia ter ocorrido por que algumas tribos da África têm o costume de consumir a carne de chimpanzés e também domesticá-los.

      Todavia, nesta tese existe uma falha que leva as mais fantásticas especulações, pois os cientistas nunca conseguiram comprovar esta mutação e muito menos manipulá-la a partir do vírus SIV encontrado nos chimpanzés africanos em contato com células humanas. Além disso, os africanos desde tempos imemoriais sempre domesticaram macacos e consumiram sua carne. Então por que somente nos anos 80 explodiu a epidemia da doença? E por que os próprios africanos somente nesse período começaram a ser contaminados com o vírus?

220px-2007.09.16._Hilary_Koprowski_by_Kubik_01

Hilary Koprowski

     Diante disso, muitos jornalistas, como o americano Tom Curtis começaram a investigar as reais origens do vírus e como ele contaminou a humanidade. Curtis descobriu que de fato o vírus SIV é o progenitor do HIV, pois existem similaridade entre ambos, embora o SIV nos macacos não sejam letais. Mas o que intrigava Curtis era como essa mutação teria ocorrido. E buscando isso, o jornalista no ano de 1983 deparou-se com uma possibilidade bombástica e que abalaria a comunidade científica e o mundo; a de que essa mutação teria ocorrido a partir da manipulação da vacina da poliomielite produzida pelo cientista belgo Hilary Koprowski na década de 50 em um laboratório experimental no Congo.

     Tratava-se de uma grave acusação, pois de fato o composto usado para a produção dessa vacina é justamente retirado dos rins e do fígado de símios (macacos verdes) onde atenua-se o vírus SIV transformando-o em uma arma contra a poliomelite. A descoberta dessa vacina foi comemorada em todo o mundo porque a poliomielite até então nos anos 50 não tinha cura e ceifava muitas vidas, sobretudo de crianças. Então ocorreu uma caça enorme em busca desses animais já que eram eles a matéria prima para vacina. Assim, macacos verdes de todo o mundo começaram a ser importados para os principais laboratórios até que a população desses animais começou a diminuir, e segundo Curtis, o cientista Koprowski teria então começado a fazer experimentos com outras espécies de símios para continuar a manipular a vacina; os chimpanzés.

      Contudo, o vírus SIV encontrado nos chimpanzés não é o mesmo encontrado nos macacos verdes, pois enquanto o vírus nos macacos verdes pode ser atenuado, nos chimpanzés, ele mostrou-se ser mais agressivo e resistente a todos os compostos e manipulações e por isso mesmo sujeito a mutação. Teria Koprowski então em seus experimentos produzido esse vírus mutante?

95135614-child-receives

Crianças sendo vacinadas no Congo contra a poliomelite na década de 60

     A vacina oral de Koprowski então começou a ser produzida no Congo e rapidamente comercializada e importada para os Estados Unidos. As primeiras pessoas a serem vacinadas evidentemente foram os próprios africanos, onde justamente registram-se os primeiros casos de pessoas contaminadas pelo vírus HIV.

     Mas o erro de Curtis foi publicar no ano de 1992 sua reportagem em uma revista não da ciência, mas sim de música a Roling Stone, e isso soou como especulação e boato logo de imediato diante da sociedade. Koprowski processou o jornalista e, apoiado pela comunidade científica, obrigou-o a pagar-lhe uma gorda indenização por calúnia e difamação, além de contribuir para a destruição da carreira de Curtis.

    Já Koprowski alegou nunca jamais ter produzido sua vacina a partir de chimpanzés e seu laboratório, embora tenha sido fechado no Congo, a justiça americana e belga não conseguiram comprovar a existência desses experimentos mesmo diante do testemunhos de caçadores e de ex-funcionários do laboratório de que experimentos com chimpanzés eram realizados pelo cientista

     Outros jornalistas prosseguiram em suas denúncias contra o laboratório de Koprowski até que com a explosão da pandemia da AIDS ele retirou-se do cenário científico até que seu nome fosse esquecido por grande parte da população mundial como um dos gênios da vacina da poliomielite.

aids2

Africana vítima da Aids na década de 80

    O fato é que mesmo após 30 anos da descoberta do vírus e todas as conquistas que se tem avançado em busca da cura da AIDS, ainda permanecem muitas lacunas sobre sua origem, e talvez por causa disso mesmo existam tantos entraves para se chegar a uma cura definitiva contra o vírus HIV.

Cézar Júnior

MTB 1180/MA

Bolsa Família x Inclusão Produtiva

      Euro-coins-in-hand430O programa Bolsa Família está completando dez anos de atuação onde cerca de 13,8 milhões de famílias já foram beneficiadas. Além disso, o programa está presente em todos os 5.570 municípios brasileiros, onde beneficia diretamente 50 milhões de pessoas o que equivale dizer um gasto de 24 bilhões de reais por ano aos cofres federais. Mas, se o objetivo inicial do programa era reduzir o índice de extrema pobreza e as desigualdades sociais do país, hoje o Bolsa Família tem recebido inúmeras críticas sobre sua contribuição naquilo que muitos julgam uma alternativa paliativa de combate à pobreza.

     A jornalista Fernanda Allegretti, por exemplo, alega que, embora o Bolsa Família tenha contribuído para a redução da extrema pobreza no Brasil, ele tem criado um círculo vicioso de esmola. “Extinguir o Bolsa Família e abandonar as famílias miseráveis à própria sorte obviamente não é a solução. E nenhum governante lúcido ousaria fazê-lo. Mas, dez anos depois, convém buscar um caminho capaz de tirar as pessoas com capacidade produtiva do círculo vicioso da esmola” afirma (Sem porta de saída. Revista Veja. 13/09/13).

     Mas se o Bolsa Família acaba criando esse círculo de esmolas, então qual seria a alternativa para garantir renda e inclusão produtiva para essas famílias?

     Segundo o Instituto Brasileiro de Políticas Públicas – IBRAPP, o Programa Bolsa Família serviu como uma medida emergencial de combate à linha de pobreza, e que a solução para garantir a inclusão produtiva dessas famílias pode ser a soma de outros programas e projetos sociais que, fazendo alusão ao velho provérbio chinês, não somente “doam o peixe, mas garanti-lhes as condições necessárias para pescá-lo.

     De acordo com Jefferson Abrantes, gerente administrativo do IBRAPP, o projeto Inclusão Produtiva, é uma prova de que existem alternativas que, somadas ao Bolsa Família podem contribuir não apenas para a transferência de renda mas também para a inclusão produtiva de muitas famílias. “Nossa experiência com o projeto Inclusão Produtiva, tem provado que quando garantimos condições básicas de produção, o indivíduo é capaz de desenvolver e exercitar todo seu potencial produtivo e isso equivale dizer que pode sentir-se incluso socialmente”, afirma.

      Ainda de acordo com Jefferson Abrantes, o projeto Inclusão Produtiva, que é realizado pelo Governo de Minas Gerais e que está sendo executado pelo IBRAPP, é atualmente um dos grandes pilares do Governo de Minas no combate ao desemprego e à pobreza no estado, pois o projeto não só promove o empreendedorismo solidário nas regiões mais pobres de Minas Gerais, como também garante renda a muitas famílias.

     Então, se Programas como o Bolsa Família geram vícios de improdutividade e uma vez que não se pode  extingui-lo devido a sua pertinência assistencialista para aquelas famílias que sobrevivem  com renda de R$ 140,00 por pessoa, então o exemplo do projeto Inclusão Produtiva de Minas Gerais seria uma das soluções para retirar muitas pessoas da condição de meros pedintes do governo federal.

Novembro azul, um drible contra o câncer de próstata

      A Campanha Novembro Azul visa conscientizar os homens sobre a prevenção do câncer de próstata. Exatamente por isso o IBRAPP uma vez mais articulou a campanha durante o jogo do Cruzeiro x Vasco no último sábado 23/11, onde os jogadores da equipe do Cruzeiro ostentaram a faixa com o slogan “Entre nesse time, faça parte dessa torcida” para cerca de 50 mil espectadores presentes no estádio do Maracanã.

     novembro azulO Instituto acredita que essa iniciativa conseguiu não só lançar um convite para os espectadores ali presentes, para que previnam-se e combatam o câncer de próstata, mas também a um público considerável uma vez que o jogo era televisionado para todo o país, o que amplia o objetivo da campanha; conscientizar os homens acerca da doença.

    O gesto dos jogadores do Cruzeiro serve sem dúvida para demonstrar que os homens brasileiros devem romper o preconceito e a resistência diante do exame do toque para que o câncer de próstata possa ser diagnosticado de forma precoce e tratado com eficiência.

     De acordo com a Assessoria de Comunicação do IBRAPP, o câncer de próstata é uma das doenças que mais mata homens no Brasil, sobretudo, por que grande maioria desconhece os riscos da doença caso não seja diagnosticada precocemente, exatamente por isso o slogan da campanha é um convite para que todos façam parte de um único time e uma única torcida. Todos unidos contra o câncer de próstata.