Projeto Inclusão Produtiva: uma teia de empreendimentos e empreendedores

            7859781c6c40d72273b27d8872c97077O Brasil, apesar de muitos avanços na área da economia, ainda é um país carente de políticas públicas voltadas para área do emprego e trabalho. Isso porque o desemprego e a falta de capacitação da mão de obra de trabalhadores continuam sendo os elementos que mais contribuem para que a economia brasileira tenha um crescimento tímido.

            Por conta disso grande parte das reivindicações da sociedade brasileira, propostas eleitorais e política de grande parte dos gestores públicos brasileiros, estão centradas não só na criação de novos empregos, como também em projetos que fomentem outras formas de economia.

          É nesse contexto que o Projeto Inclusão Produtiva, realizado pela Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social de Minas Gerais, e executado pelo Instituto Brasileiro de Políticas Públicas – IBRAPP vemfomentando a economia solidária no Norte de Minas Gerais, Vale do Mucuri e Jequitinhonha e Região Metropolitana de Belo Horizonte por meio de assessoramento a empreendimentos coletivos, individuais e familiares. O Projeto, de acordo com Jefferson Abrantes, gerente administrativo do IBRAPP, funciona da seguinte forma: Uma equipe de técnicos designada Núcleo de Inclusão Produtiva – NIP, levanta por meio do CadÚnico  uma pesquisa de possíveis comunidades de empreendedores (artesãos, cozinheiros, manufatureiros, pecadores, comerciantes e etc) e logo em seguida ao visitar essas comunidades, esses técnicos aplicam questionários onde esses empreendedores são avaliados e por fim cadastrados para que possam ser assessorados pelo projeto. Entre as cadeias produtivas priorizadas pelo projeto destaca-se a reciclagem, confecção, alimentos, artesanato e o setor de serviços autônomos.

Projeto-inclusão-produtiva-IBRAPP-Minas-Gerais--economia-solidária-empreendedorismo               Todavia, essas fases do projeto Inclusão Produtiva, ainda de acordo com Jefferson Abrantes, precisam ser executadas obedecendo aos critérios do fomento da economia solidária. “O objetivo do Projeto Inclusão Produtiva é  sem sombra de dúvida gerar emprego e renda para pequenos produtores de Minas Gerais, mas quando nos focamos nisso, percebemos que o projeto acaba ampliando seu horizonte, pois ele se torna uma espécie de plataforma onde, pequenos empreendimentos e empreendedores unidos, impactam na economia do estado”, afirma.

            Atualmente, cerca de 67 cidades já foram visitadas pelos técnicos do IBRAPP, 25 núcleos de inclusão produtiva já foram implantados nas regiões do Norte de Minas Gerais, Vale do Mucuri e Jequitinhonha e Região Metropolitana de Belo Horizonte e 4.100 empreendimentos estão cadastrados no projeto. A estimativa, de acordo com o IBRAPP é que cerca de 200 empreendimentos desse total sejam selecionados para fazerem parte do projeto.

            Se essa iniciativa do Governo de Minas Gerais em combater o desemprego pode impactar na economia mineira, então é preciso que esse exemplo seja seguido por muitos outros estados, pois assim como o Projeto Inclusão Produtiva, pois assim como o Projeto Inclusão Produtiva promove a geração de renda o Brasil precisa de unicidade de ideais que fomentem a economia e combatam o desemprego

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