Porque o Maranhão precisa de um projeto de Inclusão Produtiva

JP23383_124422_AA mensuração do índice de desenvolvimento humano é feito de acordo com o PNUD( Programa das Nações Unidas para levantamento de dados sobre o IDH)  por meio de 3 médias : qualidade de vida ( saúde), renda e educação. Nesse contexto o Maranhão ainda é um dos estados brasileiros com o menor índice de desenvolvimento humano, pois dos 150 municípios mais pobres do Brasil, 30 se encontram no Maranhão. E para tentar reverter esse quadro o governo de Flavio Dino, criou o comitê Mais IDH formado pelas Secretarias Estaduais de Desenvolvimento Social, Saúde, Desenvolvimento Urbano das Cidades, Educação e Agricultura, além da CAEMA. No dia 26 de janeiro, o Governador reunido com prefeitos e representantes sindicalistas lançou o plano de ação para alavancar o IDHM (índice de desenvolvimento humanos municipal)  dos 30 municípios mais pobres do Estado.

     Durante o evento foi lançado propostas e planos de ações na área da saúde, educação, desenvolvimento social, agricultura familiar e articulação com as prefeituras.  Todavia, se para mensurar-se o IDH de um determinado Estado ou município deve-se levar em conta os quesitos; saúde, renda e educação, é preciso forcar-se naquele que menos tem crescido nos últimos anos caso se queira alavancá-lo. E de acordo com as estatísticas do IBGE, a geração de renda no Maranhão, por exemplo, foi o quesito que menos cresceu nos últimos dez anos, e isso sem dúvida tem contribuído para colocar o IDH  do Estado como os dos piores do Brasil.

     Diante disso é preciso levar-se em conta que o Maranhão precisa justamente melhorar sua geração de renda. E como se faz tal mudança? Segundo o IBRAPP, a alternativa poderia ser a implantação de projetos na área da inclusão produtiva, como o projeto Comunidades Produtivas – Empreendendo Sonhos. Na prática o projeto visa promover a emancipação econômica de pessoas empreendimentos familiares, individuais, coletivos. Possibilitando a assessoria direta aos empreendedores melhorando sua produção e comercialização. Além de promover cursos de alfabetização e capacitação técnica dentro das cadeias produtivas. Integrando-os às cadeias e ao fortalecimento da atuação em rede.        Contudo, se a implantação de um projeto dessa envergadura se faz necessário para potencializar as riquezas naturais do Maranhão uma vez que, ainda de acordo com o IBRAPP, o projeto pode abrangerá as cadeias produtivas na área do artesanato, piscicultura, hortigranjeiro, alimentação,  agricultura e etc, é preciso que a gestão pública estadual invista e acredite em tais projetos, pois embora por si só, não possa reverter o quadro em que o Maranhão se encontra no quesito desenvolvimento humano, pode ainda assim contribuir de forma significativa para que a geração de renda volte a crescer no Estado.

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